quinta-feira, 30 de setembro de 2010

30 de Setembro: Dia do Secretário


Uma profissão na qual, mais do que em qualquer outras, se faz indispensável a aliança do carinho com a firmeza, por parte de que exerce, é a de secretária. Ser secretária, hoje, é optar por uma profissão. É gostar do que faz.

É investir no crescimento e na harmonia pessoal e profissional. É ter consciência do seu importante papel de agente de mudança e da atuação como assessora e agente facilitador.
Seu trabalho não se restringe apenas ao relacionamento com as pessoas, vai muito além, numa busca constante, exigindo de si a quase perfeição. A simpatia, a dedicação, a paciência, a objetividade, os conhecimentos e a sensibilidade fazem parte de um todo em que a secretária se enquadra como profissional eficiente.

Merecidamente, um dia em nosso calendário foi dedicado a esta profissional, zelosa e dedicada colaborada.

Parabéns especial a você, secretária, que valoriza cada vez mais sua profissão, que busca incessantemente seu aperfeiçoamento, que sabe o que quer e vai em busca do sucesso.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Verdades e Mentiras sobre currículo: Veja a opinião de especialistas sobre as curiosidades do assunto.




O currículo é o primeiro contato com a empresa na hora de se candidatar a uma vaga e, por isso, precisa deixar a melhor impressão possível para aumentar as chances de o candidato ser chamado para as próximas etapas de seleção.

O G1 ouviu os especialistas em recursos humanos Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, Michele Demoni, gerente de relacionamento da Catho Online e Sheila Barbosa, consultora de RH da Luandre, para esclarecer o que é mito, verdade ou meia verdade sobre ele.

Faça o QUIZ no link:http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/08/g1-lista-mitos-sobre-curriculo-veja-verdades-e-mentiras.html

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Elas fazem diferente

Em artigo publicado pelo jornal Brasil Econômico, presidente da Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, defende ações que favoreçam a presença das mulheres no mundo dos negócios e na política

Evidenciar o papel da mulher na sociedade, na política e no mundo empresarial tem sido estimulado devido à participação de duas mulheres nas candidaturas à Presidência da República. Felizmente, nesse quesito, o número de países democráticos que tiveram ou têm uma mulher como líder nacional está aumentando: Alemanha, Inglaterra, Índia, Canadá, Chile, Argentina, etc. As leis da natureza fazem com que haja diferenças óbvias entre homens e mulheres. No campo da política, por exemplo, percebemos que a presença feminina contribui, dentre outros, para elevar a qualidade do diálogo, pois quando elas estão presentes o jogo de força, eventualmente bruto e mesmo sujo, é menos frequente e os bons modos no trato interpessoal prevalece.

No campo da economia, uma das maiores autoridades mundiais na área de empreendedorismo, o pesquisador canadense Louis Jacques Filion, analisou o empreendedorismo feminino mundial e constatou que no mundo dos negócios as mulheres têm mais conhecimento do mercado, são mais bem preparadas, progridem mais lentamente, porque tomam conta da família; planejam melhor o início de seus negócios e têm uma integração maior entre suas atividades pessoais e profissionais. E, o mais surpreendente, 25% das mulheres acreditam que são mais mal tratadas do que os homens pelas instituições de crédito pelo fato de serem mulheres.

As mulheres têm um estilo de gerenciamento mais participativo, se importam mais com seus empregados e clientes, não usam o mesmo critério dos homens para definir sucesso, gastam mais tempo e recursos com seus entes queridos, são mais envolvidas em atividades voluntárias para ajudar a comunidade e apontam mais razões familiares para iniciar seus negócios. A presença da mulher está evoluindo nos pequenos negócios, nas empresas familiares, como profissionais liberais e em posições de liderança nas empresas. Considerando as características femininas, acreditamos que novas políticas devem ser criadas para aumentar a participação das mulheres no mundo dos negócios.

Destaco o treinamento adequado dos agentes de crédito no atendimento do público feminino. Nesse ponto é oportuno citar o Grameen Bank, fundado em 1976 em Bangladesh, pelo economista Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz, que conseguiu retirar milhões de pessoas da pobreza extrema através de pequenos empréstimos produtivos concedidos a mulheres. Perguntado por que emprestar somente às mulheres, Yunus responde que, além de empreendedoras, elas são altamente responsáveis pela sobrevivência das suas famílias e boas pagadoras.

No Brasil já temos 35% das famílias chefiadas por mulheres, mas a sua representação política ainda é desproporcional à contribuição econômica. Por isso devemos juntos, homens e mulheres, inventar ações mais ousadas que favoreçam a presença feminina na política para que o imenso potencial feminino, historicamente represado, possa se manifestar na sua plenitude. Essa é uma condição preliminar para a construção da sociedade harmoniosa, dinâmica e sustentável que todos desejamos!

Rodrigo Rocha Loures - Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep)

Currículo em inglês deve destacar resultados

Documento é mais do que tradução daquele escrito em português.
Especialistas dão dicas para montagem de cada tópico.

Imprimir Currículo em inglês é mais do que uma simples tradução do escrito em português, alertam especialistas, sobretudo para quem quer disputar vagas no exterior. Para impressionar, o candidato deve focar nos seus resultados, tanto na vida acadêmica quanto na profissional.
Ter um currículo em inglês não é necessidade só daqueles que pretendem trabalhar fora do Brasil. De acordo com a consultora da DMRH Naamisis Campos, mesmo em seleções nacionais, pessoas de outros países podem ser destacadas para avaliar as habilidades descritas no currículo. “A demanda é grande para multinacionais dentro do país. E cada vez mais as pessoas se relacionam com a matriz, de maneira global, por isso, precisam do idioma”, diz.

Marta Cavallini
Do G1, em São Paulo

Mais em: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/08/curriculo-em-ingles-deve-destacar-resultados-saiba-como-elaborar.html

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A Gestão da Qualidade como atributo de uma empresa

O termo sistema pode ser entendido como um conjunto organizado de elementos que interagem entre si para atingir um objetivo segundo um princípio estabelecido.

Sistema de gestão da qualidade
O sistema da qualidade envolve o desenvolvimento e a implementação de uma estrutura específica para a qualidade, com características próprias. A operacionalização é orientada por uma filosofia básica e atende a determinados princípios, com funções bem definidas e as ações a serem alcançadas.

De acordo com a NBR ISO 9000, o Sistema de Gestão da Qualidade objetiva a direção e o controle numa empresa no que diz respeito à qualidade. Para compreensão do sistema, é necessário o esclarecimento das palavras-chave mais utilizadas:

• Princípios de Gestão da Qualidade: foco no cliente, liderança, envolvimento das pessoas; abordagem de processo; abordagem do sistema para gestão; melhora contínua; abordagem dos fatos; benefícios mútuos com fornecedores.

• Fundamentos de Sistemas de Gestão da Qualidade: satisfação de clientes; requisitos; abordagem do sistema; abordagem de processo; política da qualidade; objetivos da qualidade; alta direção; documentação; avaliação; auditoria; análise crítica; auto-avaliação; melhora contínua; técnicas estatísticas; integração com outros enfoques; relação com modelos de excelência.

• Termos e definições relacionados com qualidade: gestão; organização; processo; produto; características; conformidade; documentação; exame; auditoria; garantia da qualidade de processos de medição.


Fonte: Gestão da qualidade: requisitos da ISO 9001 (http://www.sebrae.com.br/setor/apicultura/sobre-apicultura/gestao/gestao-empresarial/integra_bia?ident_unico=120000896)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Brasil atinge maior taxa de empreendedorismo por oportunidade

O brasileiro tende a enxergar na crise uma oportunidade. A nova edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2009, divulgada dia 06/04/2010, em entrevista coletiva, em São Paulo, confirma esta afirmação.

Segundo o estudo, no ano passado, mesmo com a crise financeira internacional, o Brasil atingiu a maior taxa de empreendedorismo por oportunidade - 9,4% contra 5,9% da taxa de empreendedorismo por necessidade. Para cada 1,6 empreendedor por oportunidade temos um por necessidade.

Nas últimas nove edições da Pesquisa GEM, a taxa de empreendedorismo por oportunidade vem demonstrando crescimento gradativo, passando de 8,5%, em 2001, para 9,4%, em 2009.

A pesquisadora do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), Simara Greco, explica que a elevação em 2009 se deve ao alto crescimento ocorrido isoladamente nos empreendimentos nascentes, que passou de 2,93%, em 2008, para 5,78%, em 2009.

Deste último dado, 4,3% são empreendimentos nascentes por oportunidade. O IBQP é a instituição executora da pesquisa no Brasil, que conta com a parceria do SEBRAE.

No ranking dos países com nível comparável de desenvolvimento econômico da GEM 2009, o Brasil é o sexto mais empreendedor, com taxa de 15,3%, o que equivale a 18,8 milhões de pessoas.

A taxa geral se refere à soma dos empreendimentos novos (que surgiram nos últimos três anos e meio), que foi de 9,75%, e dos empreendimentos nascentes (com até três meses de vida ou ainda em processo de criação), que ficou em 5,78%.

A atual taxa está acima da média histórica do Brasil, que é de 13%. Em 2008, a taxa ficou em 12%.

A partir dos dados da GEM é possível concluir que a atividade empreendedora é uma das causas para a geração de renda e elevação do Produto Interno Bruto (PIB) dos países.

Assim ocorreu no Brasil. Durante a crise financeira internacional, a economia brasileira manteve-se dinâmica, devido, principalmente, ao mercado interno, abastecido por micro e pequenas empresas, nascentes ou não, em sua maioria, dos setores de Comércio e Serviços.

O mesmo não ocorreu nos Estados Unidos. Devido a opções diferentes do país nos anos anteriores, não surgiram, no ápice da crise, oportunidades visíveis de negócios que estimulassem a ação empreendedora.

Segundo o diretor-técnico do SEBRAE, Carlos Alberto dos Santos, "a pesquisa GEM comprova que o Brasil está mudando para melhor". "Estamos já vivendo um ciclo virtuoso de crescimento, com inclusão social. Isso se reflete na disposição das pessoas em empreender", afirma.

"A motivação para abrir o próprio negócio e se aperfeiçoar na atividade desempenhada baseia-se em horizontes promissores, que não se fecharam para o Brasil nem quando grande parte dos países mergulhou na recente crise financeira.

No auge da crise, sondagem feita pelo SEBRAE mostrava que os pequenos negócios continuavam apostando em um bom 2009. Mais uma vez, o segmento mostrou ser o lastro confiável do crescimento sustentado que se espera para o Brasil", assinala Carlos Alberto dos Santos.

Outros países

Na China, 18,8% da população adulta (169 milhões de pessoas) é empreendedora. Apesar desse grande número, a proporção é de um empreendedor por oportunidade para cada um por necessidade. Já na Rússia, o número de empresários é menor, com taxa de 3,9% (1,3 milhão), porém, a proporção de empreendedores por oportunidade é maior: 2,35 para cada um por necessidade.

Quando comparada aos países citados acima, a Suíça apresenta maior disparidade entre as proporções. A Suíça possui taxa de empreendedorismo (TEA) de 7,72%.

Além desse alto índice de empreendedores, para cada pessoa que empreende por necessidade, 13 o fazem por oportunidade. Nos Estados Unidos, a TEA é de 8%, com proporção equilibrada de três empreendimentos gerados por oportunidade e um por necessidade.

Ao analisar 13 países membros do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) que participaram do estudo, a GEM 2009 constatou que a população da China é a mais empreendedora, com taxa de 18,8% (169 milhões de pessoas), seguida do Brasil, com 15,3% (18,8 milhões); Argentina, 14,7% (3,5 milhões); Estados Unidos, 8% (15,4 milhões); Coréia do Sul, 7% (2,3 milhões); África do Sul, 5,9% (1,7 milhão); Reino Unido, 5,7% (2,2 milhões); Arábia Saudita, 4,7% (501 mil); França, 4,3% (1,6 milhão); Alemanha, 4,1% (2,1 milhões); Rússia, 3,9 % (3,7 milhões); Itália, 3,7% (1,3 milhão); e Japão, 3,3% (2,5 milhões).

Seis países que integram o G-20 não participaram desta edição da GEM. São eles: Austrália, Canadá, Índia, Indonésia, México e Turquia.

Fonte:http://www.sebraepr.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

TECPUCPR promove V Encontro dos Cursos Técnicos em Secretariado do Paraná


O tema desse ano é “Como secretariar com sucesso”
O TECPUCPR promove no dia 9 de junho o V Encontro dos cursos técnicos em secretariado do Paraná. O tema desse ano é “Como secretariar com sucesso” e terá palestras sobre plano de carreira e etiqueta profissional.

O evento será realizado no auditório Gregor Mendel, no CCBS da PUCPR, câmpus Curitiba.

Os interessados devem se inscrever até o dia 6 de junho pelo site http://www.pucpr.br/tecnico/extensao.php.
Mais informações pelo telefone(41) 9692-3111 com Patrícia Marques.
Inscrições gratuitas e limitadas.

Fonte: http://www.pucpr.br/receptor.php?id=15347

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Os temores de dar e receber Feedback


Uma pesquisa desenvolvida pela Missel Capacitação Empresarial revela que os gestores das empresas brasileiras estão ainda despreparados para dar retornos aos funcionários, o chamado Feedback. A pesquisa foi realizada com o objetivo de investigar as dificuldades e prejuízos que sofrem as pessoas e as organizações pela baixa freqüência e qualidade da troca de informações entre gestores e profissionais, a respeito das atividades e relacionamentos no dia-a-dia do trabalho.

Uma das maiores dificuldades relatadas pelos gestores é a pouca abertura para discussão de problemas e dificuldades. O levantamento também mostrou que quase metade dos profissionais temem que possam magoar o funcionário ao darem o feedback. Segundo Simoni Missel, estudiosa no assunto há 13 anos, diretora da Missel Capacitação Empresarial e professora do MBA e Pós Graduação da ESPM, uma das vantagens do feedback é a diminuição das fofocas e a “rádio peão” porque esclarece mal-entendidos. “Além disso, favorece a reflexão e estimula a análise frequente das situações, estimula o aprendizado individual e a percepção dos pontos fortes e das oportunidades de melhorias no desempenho”.

A ferramenta também auxilia a comunicação no setor, a motivação e interação da equipe, o conhecimento mercadológico e até o planejamento no dia-a-dia. Os relatos de gerentes e diretores que participaram da pesquisa realizada pela Missel Capacitação Empresarial, mostram que muitos líderes
organizacionais gestores já descobriram a técnica do feedback como ferramenta de gestão para o aperfeiçoamento de profissionais.

Na opinião destes gestores, os resultados no dia-a-dia do trabalho são evidentes permitindo que sejam modificadas a maneira de encarar e lidar com assuntos e ideias, e permitindo também trabalhar com mais empenho na busca de melhores resultados. Os dados fornecidos pela pesquisa revelam que praticamente a totalidade (99%) destes gestores e executivos concordam que o feedback é uma forte ferramenta de motivação e aumento da produtividade dos funcionários.

Porém, um dado que chamou a atenção é que pouco mais da metade dos entrevistados (53%) afirmam que quando recebem feedback positivo, sentem que o elogio lhes deixa mais motivado. Muito aplicado hoje para aperfeiçoar as competências interpessoais, indispensáveis à carreira dos profissionais no mundo corporativo e para alcançar a excelência na performance, “o feedback on the job” tem se apresentado como uma das ferramentas mais potentes na mudança de comportamento.

Esta técnica, quando fornecida pelos gerentes e diretores das organizações, visa orientar e encorajar os profissionais a melhorar, continuar ou desenvolver determinadas atitudes por meio da informação específica de seu desempenho. “O sucesso ou o fracasso do feedback está diretamente relacionado com a forma de como este é dado. Cabe ao gestor construir seus alicerces, de forma que a equipe perceba os retornos como algo positivo e reconheça-o como uma prática que pode contribuir muito para a melhoria de desempenho. Competências específicas para o sucesso da técnica precisam ser desenvolvidas pelos líderes das organizações”, comenta Simoni.

Sobre a pesquisa
Dos 237 profissionais em cargos de liderança pesquisados, constatou-se que aqueles considerados “geração Y”, com menos de 30 anos, estão menos preparados quanto as habilidades exigidas para um feedback efetivo, do que os líderes de 31 a 45 anos ou com mais de 45. As habilidades menos
desenvolvidas pelos “Y” foram:

• Escolha de hora e local: que se refere à agilidade em que o retorno deve ser dado e ao local apropriado para isto. As críticas nunca devem ser feitas em público.

• Abordagem específica: mostra que o feedback eficiente apresenta exemplos claros e compreensíveis, sem ter que ficar levantando suposições.

• Foco em comportamento: concentrando-se apenas em comportamentos específicos que podem ser analisados e mensurados.

• Capacidade de ouvir: consiste em encorajar a outra pessoa a expressar o seu ponto de vista e então escutar atentamente o que ela diz.

Profissionais com 45 anos ou mais, apresentaram a melhor performance nas habilidades requeridas para a prática do feedback bem sucedido. Descrição dos sentimentos é outra habilidade necessária para esta prática. No ranking das competências ficou classificada em último lugar (10º), com média de 6,78, identificada como a habilidade de maior dificuldade dos líderes pesquisados.

É importante considerar, que a menor pontuação corresponde a gestores de 31 a 45 anos, com média de 5,9, seguida dos gestores até os 30 anos, com média de 6,2 e dos quarentões com média de
6,3. A descrição dos sentimentos é uma competência que pode ser difícil para gerentes e executivos com restrições em demonstrarem o que sentem. Os sentimentos além de serem importantes, são poderosos e impactantes quando combinamos com uma mensagem de feedback.

“Foco em comportamento” foi a 9ª classificada das 10 habilidades, com média de 6,85, considerada abaixo da média, demonstrando a limitação apresentada pelos gestores em fornecer feedbacks focados em comportamentos específicos. Feedback equilibrado, corresponde ao equilíbrio entre o retorno positivo e o corretivo. Muitos gerentes não conseguem equilibrar os dois tipos, preferindo dar o corretivo.

Segundo dados da pesquisa, esta habilidade classificou-se em 1º lugar, tanto para homens como para as mulheres, com média de 8,47 e 8,21 respectivamente. Os diversos métodos de como lidar com as pessoas muitas vezes dificulta a aplicação destas ferramentas e até desestimula líderes, que percebem nas pessoas o principal valor da companhia, o mais complexo de ser desenvolvido. Transformações radicais nas atividades dos executivos obrigam gestores de áreas essencialmente técnicas como engenharia, informática, medicina, logística, contabilidade, vendas, além de muitas outras, a buscarem
aperfeiçoamento na gestão das pessoas para reter e gerenciar melhor seus colaboradores.

Esta preocupação em relação a necessidade de aperfeiçoamento na gestão das pessoas já ultrapassou as paredes do departamento de recursos humanos e agora atinge todos os setores e gestores das empresas, de uma forma ou de outra. As áreas já não delimitam relacionamentos, e para alcançar
resultados através das pessoas é explícito que todos desenvolvam habilidades de comunicação. Se não recebem um retorno apropriado as pessoas tendem a criar problemas no trabalho e a empresa perde tempo e dinheiro tentando resolvê-los.

Por outro lado, com um feedback adequado as pessoas tendem a fazer as coisas que os livros sobre produtividade tentam ensinar. Ganha quem se antecipa a estas necessidades e descobre as melhores ferramentas a serem aplicadas no ambiente de trabalho.

Simoni Missel (Diretora de treinamento da Missel Capacitação Empresarial, Presidente da Associação Gaúcha de Desenvolvimento de Carreira (AGDC). É consultora de carreira com formação em Psicologia (PUCRS), MBA Executivo (ESPM) e Coach Executiva e Mestranda em Psicologia. Colaborou Marcelo Matusiak.

Fonte: http://br.hsmglobal.com

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Blogs e redes sociais viram negócio na mão de jovem empreendedor

por Marcus Vinicius Pilleggi

Com apenas 23 anos, programador brasiliense ganha dinheiro fazendo a ponte entre produtores de conteúdo na internet e anunciantes

Inserir publicidade em mídias sociais, fazendo a ponte entre o anunciante e os donos de comunidades, blogs e perfis em redes sociais é o serviço oferecido pela Boo-Box, empresa fundada pelo programador Marco Gomes há três anos. Usuários de blogs e redes sociais se registram no site da empresa gratuitamente e concordam com a veiculação de propagandas em seus meios. A agência de publicidade contrata a Boo-Box, que possui mais de nove mil associados, e veicula seus anúncios nessas redes; cabe à Boo Box classificar quais sites são melhores para determinado anunciante e remunerar os donos desses blogs e twitters de acordo com os cliques que a propaganda recebe.

Programador desde os 12 anos de idade, o jovem empresário Marco Gomes criou o projeto que viria a se tornar a Boo-Box em dezembro de 2006. Em fevereiro de 2007, uma crítica positiva no site de empreendedorismo digital TechCrunch, que analisa e referencia empresas que podem ter vida longa na internet, começou a despertar a atenção de investidores para o projeto.

Na época, Gomes trabalhava em uma agência de publicidade em Brasília. Com 20 anos, conquistou o posto de líder técnico de publicidade na empresa em que começou como estagiário e chefiava 14 funcionários. No tempo livre, criou a Boo-Box. Mesmo com um bom emprego e vida estável, ele resolveu largar tudo e vir para São Paulo investir no próprio negócio. “Comprei o risco. Ia fazer isso de qualquer maneira, com ou sem investidor”, lembra.

Tudo deu certo para a empresa, que atraiu mídia e investidores. “Comecei com um investidor aqui de São Paulo e ele me apresentou para o consultor Marcos Tanaka (hoje sócio e CEO da Boo-Box) e ele topou entrar no projeto”, diz Gomes, hoje com 23 anos. Juntos, elaboraram um plano de negócios rapidamente em junho de 2007. Em agosto do mesmo ano, graças a um aporte financeiro de US$ 300 mil da empresa de investimentos Monashees Capital, que foca em mídia digital, fundou oficialmente a Boo-Box e ali atua como diretor de inovação.

Atualmente, quase 30 funcionários trabalham na empresa. São mais de 9 mil publicadores de conteúdo associados, que exibem 500 milhões de anúncios em 200 milhões de espaços, com cerca de 21 milhões de visitantes únicos por mês. A audiência e o número de associados da empresa crescem, em média, 23% ao mês.

Cliente da Boo-Box, o portal Futebol Interior, de Campinas, em São Paulo, é especializado em cobertura jornalística de todos os campeonatos em território nacional. Os sócios do negócio procuraram a empresa para atrair anunciantes e conseguiram, com isso, aumentar a rentabilidade em 80%. Segundo José Carlos Silva, coordenador comercial do Futebol Interior, a Boo-Box permitiu diversificar os anunciantes no site. "Eles nos trouxeram uma gama muito grande de anúncios que eram de interesse dos leitores e não se restringiam ao campo esportivo. Além dessa vantagem, a Boo-Box acaba agilizando o contato com os anunciantes", afirma.

Para Marcelo Lobianco, coordenador do Curso Avançado de Marketing e Comunicação Digital da ESPM, o investimento em marketing na internet é vantajoso para as empresas por ser a única mídia totalmente flexível. “Ali você pode começar investindo R$ 1 e depois aumentar isso em 100 vezes, ou diminuir, e tem o feedback constante do próprio usuário da rede”, diz. Para ele, a possibilidade de acompanhar o que está sendo dito sobre a marca é muito conveniente para corrigir problemas e tomar iniciativas para melhorar a recepção e a venda de determinado produto ou serviço. Segundo ele, o bom da internet é porque ela é “canal, veículo e plataforma de negócios, algo que nenhuma outra mídia combina”.

Segundo Lobianco, em breve, com a chamada web 3.0, o conteúdo de internet será mais direcionado ao usuário. Ou seja, ele entrará em contato com o conteúdo mais adequado ao seu perfil. “Alguns portais ou sites até já fazem isso, ou com a criação de perfil dentro do próprio portal ou então por análise de cookies”, afirma. Isso quer dizer que, eventualmente, só entrará em contato com a pessoa a propaganda que se adequar ao seu perfil. Para ele, muitos ainda não entenderam o potencial da internet para a propaganda: “No Brasil nós ainda temos a cultura de que anúncio rentável é aquele feito em horário nobre, na televisão”. Lobianco garante, contudo, que estamos no caminho para quebrar esse paradigma.

Fonte? http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI135364-17180,00-BLOGS+E+REDES+SOCIAIS+VIRAM+NEGOCIO+NA+MAO+DE+JOVEM+EMPREENDEDOR.html

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Seleção à brasileira

por Léa De Luca

Empresas disputam jovens talentos promissores.

No Brasil, os programas de trainees patrocinados por grandes empresas para atrair jovens com até dois anos de formados assumiram nos últimos anos proporções gigantescas — alguns chegam a receber mais de mil inscrições de candidatos por vaga, como aconteceu recentemente com o da AmBev. Empresas como a Natura precisam até guardar sigilo sobre sua identidade — o que é uma boa estratégia para evitar candidatos atraídos só pela fama da marca. Aqui, as companhias concorrem entre si pelos talentos mais promissores, fazendo propaganda do seu clima organizacional, e investimentos pesados em processos seletivos inovadores.

O programa do Citibank no Brasil deste ano, por exemplo, recebeu 27 mil inscrições. Henrique Szapiro, superintendente executivo de RH e assuntos corporativos do Citi, diz que não há nada sequer parecido em nenhum dos 140 países onde o banco atua.

Para fisgar esses novos talentos é preciso falar sua língua — e também mostrar que sua empresa é melhor do que as outras. Blogs, chats e redes sociais fazem parte do processo seletivo — os Y querem trocar impressões entre si e, mais do que isso, querem o direito de sabatinar as empresas também. Então, não adianta dizer que é Hollywood se a empresa é um Vietnã — como no resto do mundo, a maioria dos jovens Y brasileiros exige fidelidade à propaganda. Aqui, talvez, até mais do que em outros países, pois apesar dos grandes avanços em governança corporativa, as empresas brasileiras (até as multinacionais) não são tão transparentes e monitoradas pela opinião pública quanto são na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo. Por isso esse contato é tão importante para os jovens candidatos, explica Regina Camargo, diretora da consultoria Across, especializada em gestão de pessoas.

Fonte:http://www.hbrbr.com.br/index.php?codid=233&__akacao=261212&__akcnt=abfcb6d9&__akvkey=4759&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=HBR+-+Newsletter+Maio+2010